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Devocional

Todas as manhãs os colaboradores do IBADEP fazem o período devocional.

REQUERIMENTO DE CERTIFICADO DE CONCLUSÃO

Com conclusão dos estudos do conteúdo programático do curso escolhido, o aluno deverá solicitar ao núcleo o formulário “REQUERIMENTO DE CERTIFICADO DE CONCLUSÃO”, para que possa fazer a solicitação de seu documento de conclusão do curso.

EBI

Com a finalidade de transmitir os conceitos e ensinamentos Bíblicos, a EBI (Escola Bíblica Internacional Ibadepiana), terá como referência o seguinte tema: " A doutrina Assembleiana, com base nas escrituras."

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Estudo comprova que vivemos a pior perseguição aos cristãos da história


Fundação Ajuda à Igreja que Sofre cruzou dados com vários estudos similares


Vivemos pior perseguição aos cristãos da história

Um novo estudo, publicado pela Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), mostra que a perseguição entre 2015 e 2017 é a pior da história. Com o título “Perseguidos e Esquecidos?”, o material está disponível gratuitamente em português AQUI.
Em comparação com o último levantamento do tipo, feito pela AIS no biênio 2013-2015, a situação piorou na maioria dos países onde já não havia liberdade religiosa.
Em pleno século 21, os cristãos de todas as tradições continuam sendo assassinados, torturados e presos por não negarem a sua fé. O material, que tem a chancela do Vaticano, estuda os casos de intolerância contra cristãos, sejam eles católicos, ortodoxos ou protestantes (evangélicos).
São apresentados perfis dos 13 países onde a situação é mais grave: China, Egito, Eritreia, Índia, Irã, Iraque, Nigéria, Coréia do Norte, Paquistão, Arábia Saudita, Sudão, Síria e Turquia.
O relatório cruza seus dados com outras pesquisas similares, realizadas pelo Centro de Pesquisa Pew. Eles mostram que, em 2014, havia 108 países onde os cristãos eram vítimas de perseguições, enquanto que 2015, esse número passou para 128 países.
A Coréia do Norte continua sendo o pior país para um cristão viver, seguido pela situação na Síria e no Iraque, dominadas até recentemente pelos jihadistas do Estado Islâmico.
Abaixo, fazemos um breve resumo da situação nos 13 países analisados pela AIS, onde ocorrem constantes violações dos direitos humanos como: violência, sequestros, prisões injustificadas, julgamentos injustos, proibições de culto ou de manifestações religiosas.

China: imposição do comunismo ateísta

Para muitos especialistas, o governo de Xi Jinping pode ser comparado ao de Mao Tsé-Tung, que tentou eliminar o cristianismo do país por considera-lo uma ameaça ao ideal comunista, que é inerentemente ateu.
Nos últimos anos, a situação dos cristãos no país piorou. Novas leis resultaram na destruição das igrejas e a retirada das cruzes do alto dos templos. Existe uma vigilância maior sobre o que é pregado nas igrejas e proibição que se ensine a Bíblia para as crianças.

Egito: mais ataques sangrentos

Mais de uma centena foram mortos em três ataques a igrejas, além de numerosas execuções individuais de cristãos mortos nas mãos de extremistas islâmicos.
Os casos de maior repercussão foram em dezembro de 2016, quando um homem-bomba se explodiu em uma igreja, matando 29 pessoas e ferindo outras 50. Em abril de 2017, outros dois homens-bomba mataram 44 e deixaram 120 feridos em uma celebração de Páscoa.

Eritreia: presos por sua fé

O governo aumentou a repressão, prendendo todos que se opõem ao crescente controle de grupos religiosos. Muitos cristãos optaram em fugir do país.
Organizações de defesa dos direitos humanos já relataram que há casos de igrejas que foram demolidas quando havia fiéis em seu interior.

Índia: embate com o nacionalismo hindu

Os cristãos sofrem com uma nova onda de violência que não parou desde as eleições de março de 2017. Nos primeiros cinco meses de 2017 houve 316 incidentes contra cristãos.
Partidos nacionalistas querem que o hinduísmo volte a ser a única religião aceita no país e há movimentos radicais que atacam e matam líderes cristãos que evangelizam hindus.

Irã: medo da religião ‘estrangeira’

O atual Irã, antes da revolução islâmica de 1979, era um dos países mais desenvolvidos do Oriente Médio e tinha liberdade religiosa. Em pouco tempo, o feroz sentimento anticristão imposto pelos aiatolás fez com que as igrejas desaparecessem.
Nos últimos anos, o governo e a mídia vem imponto uma repressão severa à evangelização, prendendo líderes cristãos e confiscando propriedades que eram usadas para cultos ‘ilegais’. A justificativa é que os cristãos são fruto do trabalho de “agentes” estrangeiros, que atentam conta o domínio islâmico.

Iraque: mais de 80% dos cristãos morreram ou foram expulsos

O Estado Islâmico tentou eliminar o cristianismo nas áreas sob seu controle, destruindo as igrejas e forçando as pessoas a trocarem Jesus por Maomé. Os que se negavam eram mortos. Estima-se que mais de 80% dos cristãos iraquianos morreram ou foram expulsos do país.
Por exemplo, hoje quase não há cristãos na esplanada de Nínive, que durante quase dois mil anos foi um oásis cristão em um deserto muçulmano.

Nigéria: limpeza étnica e religiosa

Além de sofrer com o Boko Haran, grupo jihadista que domina o norte do país e tenta proclamar ali seu califado islâmico, os cristãos que vivem ao sul são perseguidos pelos fulani.
A etnia fulani, historicamente islâmica, está presente em vários países. Contudo, na Nigéria eles são responsáveis por ataques que resultaram na demolição de igrejas e massacre de cristãos desarmados. Apesar das denúncias, o governo do presidente Muhammadu Buhari, que é muçulmano, minimiza os casos, dizendo se tratar de conflitos étnicos.

Coréia do Norte: os cristãos são os novos judeus

Os cristãos norte-coreanos são sistematicamente enviados para campos de trabalhos forçados onde há execuções, tortura, fome, abortos forçados e estupro. A perseguição e o extermínio contínuo se assemelham ao que ocorreu no Holocausto judeu na Segunda Guerra Mundial.

Paquistão: o governo patrocina o terror

A discriminação contra os cristãos é comum, num país onde eles são cerca de 1%. Além das prisões e mortes justificadas pelas “leis antiblasfêmia”, o próprio governo sabidamente é responsável por ordenar os ataques.

Arábia Saudita: inferno na Terra

O cristianismo sempre foi ilegal na Arábia Saudita. O Estado adotou a lei sharia e aplica a pena de morte aos muçulmanos que se convertem a Jesus.
Não é permitido construir igrejas, a venda de Bíblias e os cristãos conhecidos são todos estrangeiros que trabalham no país. Segundo o AIS, por ser o berço do islamismo, é o único país em que a situação dos cristãos nunca mudou ao longo da história, pois não há como piorar.

Sudão: governo patrocina o ódio

Após uma guerra civil, em 2011 a maioria dos cristãos do Sudão foram para o Sudão do Sul, que se tornou um país independente. Para os que permaneceram no Sudão, a perseguição aumentou, com o governo aprovando leis que permitem a destruirão de igrejas e a prisão de pastores, numa clara tentativa de se eliminar o cristianismo.

Síria: cristãos encurralados

O mundo acompanhou por anos os terríveis atos do Estado Islâmico (EI), que resultaram em um genocídio atroz de cristãos. Mesmo assim, a ONU negou-se a reconhecer que a eliminação do cristianismo era planejada. A maior parte dos cristãos da Síria foi morta ou abandonou o país em meio à crise migratória.
Nas áreas que voltaram ao controle do governo sírio, a situação mudou pouco, pois os cristãos continuam encurralados por diferentes grupos islâmicos que lutam para tomar o espaço do EI.

Turquia: novo califado otomano

Com a consolidação de Erdogan no poder, a Turquia caminha para voltar a ser uma república islâmica. Tudo indica que o presidente, além de querer estabelecer-se como o novo califa otomano, perseguirá os cristãos com dureza, para mostrar ao mundo islâmico sua imagem como líder forte que atua contra os hereges.
Além da crescente intolerância, o governo apropriou-se um grande número de templos e prendeu pastores sem motivo oficial.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

2018 é eleito o ano da Bíblia Sagrada e terá diversos eventos.



2018 é eleito o ano da Bíblia Sagrada e terá diversos eventos

Com o objetivo de destacar a Bíblia Sagrada, 2018 foi instituído O Ano da Bíblia no Brasil. O projeto foi lançado em 10 de dezembro de 2017, no Museu da Bíblia, em Barueri (SP), pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), cujo foco é promover o maior best seller de todos os tempos, e também comemorar seus 70 anos, que serão completados em 10 de junho.
Essa iniciativa, que está em sua segunda edição depois de 2008, contará com diversas festividades que serão divulgadas ao longo desse ano. Sendo que todas vão ser organizadas pelo Comitê Nacional de Referência, formado por cerca de 2.000 líderes, e também por comitês estaduais.
“Nós esperamos que a Bíblia seja mais lida e mais estudada. Seguir um bom programa de leitura da Bíblia é fundamental para manter uma igreja fiel, motivada e para que ela abra as portas para as pessoas que ainda não têm acesso à Palavra de Deus”, relatou o gerente de Desenvolvimento Institucional da SBB e coordenador nacional da campanha, Mário Rost, ao apresentar o 2º Ano da Bíblia no Brasil.
A SBB conseguiu adiantar que terá uma programação especial durante eventos tradicionais como o Fórum de Ciências Bíblicas, que chegará à 14ª edição em 2018, e também nos Seminários de Ciências Bíblicas, promovidos pela entidade.
Outra proposta para agitar os brasileiros a favor da bíblia acontecerá através de uma exposição sobre o tema com peças do Museu da Bíblia (MuBi) que percorrerá vários pontos do País, a partir de fevereiro, incluindo o espaço cultural da SBB, em Barueri (SP).
“Queremos ampliar a divulgação e o conhecimento das Escrituras Sagradas no Brasil”, ressalta Erní Seibert, secretário de Comunicação, Ação Social e Arrecadação da SBB.
Ainda em 2018 ocorre o lançamento da Nova Almeida Atualizada, revisão da consagrada tradução Revista e Atualizada. Sem contar que a SBB promoverá a transcrição do Novo Testamento, Salmos e Provérbios em linguagem web, para o público jovem ser atingido com mais facilidade.
Para compor a grade de ações as igrejas serão convidadas a realizar maratonas de leitura, ciclos de palestras sobre o Livro Sagrado, cultos especiais, exposições, festivais de música, passeios ciclísticos, carreatas e muito mais.
A SBB, idealizadora do projeto, é uma entidade beneficente de assistência social, de finalidade filantrópica, educativa e cultural, cujo objetivo é traduzir, produzir e distribuir a Bíblia Sagrada. Sua abrangência está presente em 147 países, pois faz parte de uma organização mundial, as Sociedades Bíblicas Unidas.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Assembleias de Deus no AM batizam mais de 12 mil pessoas no mesmo dia.


Denominação formou 800 novos teólogos este ano


ADs no AM batizam mais de 12 mil pessoas

A Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Amazonas (IEADAM) está comemorando 100 anos esta semana. Como parte das festividades, ocorreu nesta sexta-feira (8), no rio Negro, em Manaus, o “batismo centenário”.
Milhares de pessoas foram batizadas nesse evento que é tradicional da denominação no estado.  Esta foi a 17a edição do “Batismo na Praia da Ponta Negra” e em todos os 61 municípios do Amazonas. A denominação possui 1.176 congregações no Amazonas.
Segundo o pastor Raimundo Chagas, que coordenou o evento, 450 pastores estiveram envolvidos, além do presidente da denominação no estado, Jonatas Câmara. “Só hoje batizamos 7.420 pessoas, mais o interior do estado somamos 12 mil novos membros da IEADAM. Esses novos participantes são aqueles que tomaram a decisão de aceitar a Jesus como Salvador. Tinham vidas sem esperança e, após a palavra, decidiram servir a Cristo. Eles passam por um período de orientação durante três meses, antes do batismo nas águas”, explica o líder religioso.
Uma estrutura foi montada na praia para organizar os fiéis participantes em filas para todos realizarem o batismo, com uma balsa no meio do rio Negro. O pastor Chagas comemorou a celebração realizada para marcar o centenário da igreja. “Essa igreja nasceu às margens do rio negro. Nossos pioneiros ganharam vidas para Jesus. Foi através desse exemplo que podemos ver nossa comunidade querer estar mais junto de Deus. É muito bonito ver as famílias, jovens e crianças, com a certeza que optaram pelo caminho da salvação”, assegura.
jornal A Crítica relata que a maioria dos fiéis que se batizaram são jovens entre 14 e 25 anos.
Uma delas foi Emmanuele da Silva, que tem apenas 12 anos. Essa é a idade mínima para ser membro batizado da IEADAM. A menina aguardava ansiosa pela cerimônia. “É algo emocionante e diferente. É a nossa morte mundana, é quando deixamos todos os nossos erros de lado começamos a viver para Cristo e o Espírito Santo dele começa a viver em nós por completo”, testemunha.
Além do batismo, a sede da igreja está realizando esta semana cultos especiais, que contam com apresentações de cantores gospel regionais, bem como a cantora Ana Paula Valadão e Ozeias de Paula.

Maior formatura de teologia do Brasil

Também fez parte das comemorações do centenário da Assembleia de Deus no Amazonas a maior formatura do Brasil em ciências teológicas. Foram com 800 alunos na conclusão da graduação da Faculdade Boas Novas, esta semana.
Para o reitor da instituição, pastor Jonatas Câmara, a faculdade está realizando um de seus principais objetivos, que é a formação de novos obreiros e pastores. Com informações Em Tempo

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

‘O mundo mudou, mas Deus não’, disse Magno Malta sobre casamento gay

O senador classificou o projeto como inconstitucional
O senador classificou o projeto como inconstitucional
O projeto que trata do reconhecimento legal da união estável entre pessoas do mesmo sexo (PLS 612/2011) teve, nesta terça-feira (5), a votação adiada no Plenário do Senado por falta de quórum. O projeto chegou a ser colocado em votação, mas o senador Magno Malta (PR-ES), contrário à matéria, pediu verificação de quórum – que não atingiu o mínimo necessário de 41 senadores presentes.
Para o senador Magno Malta, “o projeto de lei que reconhece a união estável entre pessoas do mesmo sexo, não pode ser visto como picuinha entre evangélicos e gays. Muito pelo contrário, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministro Joaquim Barbosa, legislou e oficiou os cartórios a fazerem o casamento gay. Por isso o argumento, de votar no projeto já que o casamento existe, é uma falácia. A Constituição Federal reconhece o casamento de homem com mulher. Temos que respeitar, mesmo sabendo que o mundo mudou, mas Deus não mudou”, disse Magno Malta em plenário, nesta terça-feira.
Em seu relatório na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), o senador Roberto Requião (PMDB-PR) lembrou a decisão de 2011 do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconhece o direito à formalização da união entre casais homossexuais. Ele observou, no entanto, que é responsabilidade do Legislativo adequar a lei em vigor ao entendimento consagrado pelo STF.
Marta Suplicy disse que o projeto é “uma consolidação do que já existe”. A senadora classificou a decisão do Supremo como um passo significativo da Justiça, como uma forma de proteção da lei. Ela também lembrou que em 2013, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) estabeleceu uma resolução sobre a celebração de casamento civil e sobre a conversão de união estável em casamento, entre pessoas de mesmo sexo.
Já o senador Magno Malta classificou o projeto como inconstitucional e criticou a postura do CNJ, que teria legislado sem competência legal. Ele negou ser “fundamentalista”, disse respeitar as posições contrárias e lembrou que o Brasil é majoritariamente cristão e católico.
Fonte: Verdade Gospel

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Outra drag queen, outra escola, mesma ideologia de gênero.

Outra drag queen, outra escola, mesma ideologia de gênero

Não é a primeira denúncia do tipo. O youtuber Rafael Silva Oliveira, mais conhecido como Rafinha BK, publicou um vídeo gravado no Colégio Municipal Pelotense, em Pelotas (RS).
Nele, fica claro a doutrinação ideológica dos alunos durante o “3º Encontro Sobre Gênero, Diversidade e Educação”, que fazia parte da Semana da Diversidade, organizada pela prefeitura municipal, e focada no ensino da ideologia de gênero.
Realizado durante o horário normal de aula, os estudantes disseram ao youtuber que foram obrigados a comparecer às palestras. Quem não participassem do evento, “ganhava falta”. Os assuntos abordados também seriam cobrados em um trabalho no final do bimestre. “Um deles me contou que a palestra iria compor a nota de Educação Física”, explica Rafinha.
Em entrevista à Gazeta do Povo, o autor das filmagens conta que “A palestra teve uma apresentação sensual, uma performance de duas mulheres e um rapaz, que ficavam se retorcendo no palco”.
“Em outra palestra, uma mulher disse ter o sexo imposto pelo médico quando nasceu e que no decorrer da vida foi se descobrindo homem. As informações apresentadas não tinham base científica alguma, eram só teses. O objetivo era doutrinar na questão de gênero. Uma drag queen também deu uma palestra, defendendo ‘direitos humanos’ e inclusive atacando o deputado Bolsonaro”, acrescentou.
No vídeo o diretor do colégio, Arthur da Silva Katrein, nega a obrigatoriedade de participação no evento. “Com certeza não. Nenhum aluno foi obrigado a vir”, insiste. Após a divulgação do vídeo, alguns alunos disseram que não foram obrigados a comparecer, mas Rafinha explica que eles eram parte da militância que organizou a apresentação.
“Vários relatos colhidos na hora mostram que quem não fosse iria para a direção”, reitera o youtuber.
A apresentação no Rio Grande do Sul repete situação semelhante à da Bahia onde uma drag queen fez uma performance no Colégio Estadual Odorico Tavares, em Salvador (BA) onde dançou e foi se despindo até ficar com apenas um collant e um espécie de biquíni. Sua dança sensual diante dos alunos foi filmada e postada nas redes sociais.
Os dois casos levantam o debate sobre os limites na erotização de crianças no Brasil, ao mesmo tempo que o Ministério da Educação divulga a nova Base Nacional Comum Curricular, tentando tirar o tema ideologia de gênero, incluída no programa pelo governo do Partido dos Trabalhadores.
Assista o youtuber: