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Devocional

Todas as manhãs os colaboradores do IBADEP fazem o período devocional.

REQUERIMENTO DE CERTIFICADO DE CONCLUSÃO

Com conclusão dos estudos do conteúdo programático do curso escolhido, o aluno deverá solicitar ao núcleo o formulário “REQUERIMENTO DE CERTIFICADO DE CONCLUSÃO”, para que possa fazer a solicitação de seu documento de conclusão do curso.

EBI

Com a finalidade de transmitir os conceitos e ensinamentos Bíblicos, a EBI (Escola Bíblica Internacional Ibadepiana), terá como referência o seguinte tema: " A doutrina Assembleiana, com base nas escrituras."

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Pastores aprovam a Declaração de Fé das Assembleias de Deus.


Pastores aprovam a Declaração de Fé das Assembleias de Deus.
No segundo dia da 43ª AGO, encontro nacional da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), foi votada e aprovada a Declaração de Fé das Assembleias de Deus.
 O atual presidente, pastor José Wellington Bezerra da Costa elogiou os pastores membros da Comissão Especial que elaboraram a declaração. Deu destaque para o trabalho realizado pelo pastor Esequias Soares, que a presidiu.

Desde meados do ano passado o material foi colocado sob o crivo dos líderes para aprovação e análise do conteúdo, que podiam enviar sugestões. O pastor Douglas Baptista fez a leitura da versão final do documento que fora previamente submetido a todos os líderes das ADs do Brasil. 
Ao longo desta quarta (26), a comissão, formada por 18 integrantes, realizou debates com os propositores de acréscimos e alterações. Foram feitas pequenas alterações em relação ao texto original. Ao final, a Declaração foi aprovada integral e unanimemente.
 Segundo o próprio documento, a ideia é que ele sirva como parâmetro para as igrejas de todo o país, além de servir “como proteção contra as falsas doutrinas” e “contribuir para a unidade do pensamento teológico”.

Documento robusto

Dividido em 24 capítulos, o material apresentado tem mais de 100 páginas e pode ser lido na íntegra aqui. 
Em linhas gerais, a declaração oferece um compêndio do que historicamente é ensinado na maioria das obras de teologia sistemática protestantes. Na introdução, há a lembrança que a maior parte dessas doutrinas “já são ensinadas nas igrejas desde a chegada ao país dos missionários fundadores, Daniel Berg (1884–1963) e Gunnar Vingren (1879–1933)”.
Contudo, faz a ressalva que o contexto social e político do país “exige uma definição daquilo em que a Igreja crê e daquilo que professa desde as suas origens. As Escrituras Sagradas… precisam ser interpretadas para que todos conheçam a sua mensagem”.
Isael de Araújo, historiador da Assembleia de Deus, lembra também que um dos fundadores da denominação, Gunnar Vingren publicou em 16 de abril de 1919, o artigo “O que nós cremos”, que apresentava quase 100 anos atrás suas convicções teológicas.
Posteriormente, o missionário sueco Otton Nelson (em janeiro de 1931) e o missionário americano Theodoro Richard Stohr (em outubro de 1938) voltaram a escrever sobre o tema no jornal da denominação, o Mensageiro da Paz.
Desde 1969 o “Cremos”, publicado em cada edição do jornal Mensageiro da Paz, era a única Declaração oficial da Igreja sobre seu posicionamento doutrinário. Ele serve de base para a nova Declaração de Fé, uma vez que seus dezesseis artigos de fé são explicados agora seguindo a mesma sequência de assuntos. Os demais capítulos tratam de temas ensinados pela Igreja, que não faziam parte do “Cremos”.
fonte:www.gospelprime.com.b

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Mulher se converte e confessa assassinato: “tempo na cadeia não é nada comparado à eternidade”.

Mulher se converte e confessa assassinato: “tempo na cadeia não é nada comparado à eternidade”.
A texana Lucinda Wilson vinha de uma família católica, mas admite que religião não era algo importante em sua vida. Após ter servido na marinha americana, ela tentou recomeçar a vida civil, mas uma tragédia interrompeu seus planos.
 Hoje com 48 anos, ela relata como já cumpriu mais de 20 anos de sentença pelo assassinato de Margaret Morales, namorada de seu ex-noivo. A ex-soldado Wilson foi condenada à prisão perpétua e só poderá pedir revisão de pena e condicional após 25 de julho de 2036 – quando ela terá 67 anos.
“Quando eu comparo isso [cadeia] com a eternidade, não parece realmente ser muito tempo”, disse ela em entrevista recente ao The Christian Chronicle.

“Acho que eu não merecia uma segunda chance”, desabafa Lucinda. “Eu só quero tentar fazer o máximo que puder para dar ao Senhor a glória que Ele merece, porque a vida não se resume a mim, mas o que podemos fazer por Ele e quantas almas podemos ganhar”.
 
O que chama mais atenção na história de Lucinda é que ela poderia estar livre. Em outubro de 1995 ela e dois cúmplices foram detidos pela polícia, acusados de sequestrar e matar Morales, 25 anos e mãe de dois filhos. O motivo para a morte foi seu relacionamento amoroso com Sean Cullen, que havia desmanchado o noivado com Wilson.
Os dois cúmplices foram condenados no primeiro julgamento, mas não havia provas suficientes contra Lucinda, que passou apenas 90 dias presa. Nesse período ela recebeu uma Bíblia que passava boa parte de seu dia lendo. “Eu li três vezes em 90 dias”, lembra a detenta, “Eu realmente estava buscando a Deus e orando”.
 
Após ser solta, ela continuou sua busca espiritual. Recebeu um convite para participar de estudos bíblicos na Igreja de Cristo de Alamo City. Lá conheceu os pastores John Massie e Mark Forster.
Ela tinha 27 anos e durante 10 semanas participou de todos os encontros. Pouco tempo depois, aceitou Jesus e decidiu confessar sua participação no assassinato ao pastor Foster. “Eu entendi que tinha de fazer a coisa certa se realmente levava a sério a minha nova vida”, lembra Wilson.
O líder religioso explicou a ela: “Se você quer andar certa com o Senhor… vai ter que se entregar”. Foi o que ela fez após ser batizada. Procurou a delegacia e se entregou no dia 21 de setembro de 1996. No registro policial há o registro do motivo pela qual ela estava confessando voluntariamente. “Sou uma cristã que deseja andar certa diante do meu Deus”.
Levada a um novo julgamento, ela foi condenada à prisão perpétua em 5 de março de 1997.
Após mais de duas décadas, Lucinda Wilson diz que ainda não se acostumou com a vida na cadeia, onde a falta de segurança é sempre uma preocupação. “Há lutas que continuam. Eu ando o tempo todo olhado para os lados”.
Em meio a tudo isso, conta que se esforça para manter seus olhos focados em Jesus. Já teve a oportunidade de evangelizar várias presas e viu algumas delas se converterem. Atualmente ela lidera um grupo de estudos bíblicos que reúne entre sete e 15 presas toda quinta-feira à tarde.
fonte:www.gospelprime.com.br

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Desenganada pelos médicos, menina é curada após ser visitada por Jesus.

Brittany Bakenhaster era uma criança precoce. Aos 3 anos já acompanhava os hinos na igreja e conhecia alguns versículos das Escrituras. Contudo, ela sofria com epilepsia, condição herdada  geneticamente.
 Certo dia, sua mãe Jamie ouviu um ruído estranho vindo do quarto da menina. Diferentemente de sua genitora, o seu caso não podia ser tratado apenas com medicamentos, pois era muito mais grave.

A família se desesperou e começou uma campanha de oração pela pequena. A situação se agravou e os ataques ficavam cada vez mais frequentes. Segundo Jamie, a filha caía tanto que precisava andar com um capacete para evitar os traumas.
“Ela precisava de cuidados 24 horas por dia. Não importava se era noite ou dia, as convulsões continuaram”, disse Bruce, pai de Brittany. Acrescenta que o único conforto vinha da Palavra de Deus.
 
“Deus me deu uma promessa no Salmo 37: 4, 5: Deleita-te também no Senhor, e ele te concederá o que deseja o teu coração”, testemunha. “Mas Deus me dizia para visualizar o que os olhos não veem”.
Aos 5 anos, Brittany teve uma crise séria, ficando no hospital por quase três semanas. “Os médicos tinham tentado de tudo; não havia nada mais que pudessem fazer”, lembra Jamie. Recomendaram que a família a levasse para casa e esperasse pelo pior. Os exames mostravam que o cérebro dela estava em uma situação crítica.
 “Eu sabia que ela estava perto da morte, mas continuava dizendo: ‘Senhor, você disse que iria cuidar dela”, desabafa. Naquela noite, Jamie não dormiu. Passou em claro, intercedendo pela recuperação de sua filha.
Pela manhã, Brittany começou a falar e ficava dizendo ‘Jesus, Jesus.’  A menina começou a contar que recebera uma visita, um homem que tinha olhos como fogo e estava acompanhado de anjos. “Eu sabia que ela havia encontrado Cristo “, comemora a mãe.
A família levou Brittany de volta ao médico. Sem entender, disseram apenas que ela estava curada.  “Uma das enfermeiras me disse: “É um poder superior”, revela Jamie. “E eu disse ‘Sim, é Jesus. Ele a curou”. Para ela, embora tenha parecido que demorou muito tempo, “Deus cumpriu sua promessa, ele sempre cumpre”.
A família Bakenhaster contou recentemente seu testemunho no programa Clube 700, da CBN.   Hoje uma adolescente, Brittany quer ser psicóloga. Continua gostando de cantar na igreja e sempre que pode conta sobre como foi seu encontro com Jesus Cristo.
“A glória de Deus brilhava ao redor dele e anjos o acompanhavam, na frente, atrás, por toda parte”, disse Brittany. “Eu me sentia tão tranquila, tão à vontade. Tudo o que posso dizer é que não há nada comparado a isso. Nunca experimentei nada parecido nesta terra. “
fonte: www.gospelprime.com.br

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Irã faz desfile militar e ameaça: “Morte a Israel”.

O Irã mostrou seus mais recentes mísseis antiaéreos na parada anual do Dia do Exército. O desfile foi realizado na capital Teerã esta semana, com a participação de tropas de todos os ramos das forças armadas.
 
A cerimônia também incluiu tanques, veículos blindados, veículos aéreos não tripulados (drones), caças, sistemas de radar e sistemas de defesa aérea. Parte do aparato bélico foi desenvolvido localmente, mas a maioria era importada da Rússia, como os sistemas de defesa aérea S-300.
Um observador atento percebe que alguns dos caminhões que carregavam os armamentos eram decorados com bandeiras contendo slogans anti-israelenses. Em várias delas era possível ler a mensagem ‘Morte a Israel’ em persa, ilustrada por um punho que perfurava a estrela de Davi, imagem no centro de sua bandeira.

O presidente Hassan Rouhani afirmou durante seu discurso que os iranianos “devem sempre manter-se em estado de alerta contra as conspirações de outros. Devemos aumentar o nosso poder de fogo dia após dia”.
 
Insistiu ainda que as forças iranianas defendem toda a região “importante e sensível” do Oriente Médio, e prometeu uma resposta “vigorosa e determinada” aos potenciais agressores.
Sem citar nomes, também acusou “alguns dos exércitos do mundo” de liderar “a intervenção nos assuntos internos de outros países, o genocídio, o patrocínio do terrorismo, os golpes de Estado e a falta de respeito pela opinião e o direito do povo”.
 
Quem acompanha a geopolítica da região sabe que ele se referia à situação na Síria, onde há milhares de soldados iranianos combatendo ao lado do presidente Assad e contra as forças de coalizão lideradas pelos Estados Unidos.
Em março de 2016, o Irã mostrou ao mundo mísseis balísticos onde havia uma ameaça escrita em hebraico: “Israel deve ser varrido da Terra”. Segundo foi divulgado, os mísseis Qadr H são capazes de atingir alvos a cerca de 1.400 quilômetros, mais que o suficiente para chegar até    Jerusalém ou Tel Aviv.
No último grande desfila militar no Irã, em fevereiro, mais uma vez foram feitas ameaças a Israel e aos EUA.

100 mil mísseis

As ameaças do Irã contra Israel têm uma longa trajetória histórica. O antigo Império Persa, reinou sobre a nação judaica por mais de 200 anos.
Na história recente, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, denunciou várias vezes a ameaça nuclear representada pelo Irã, que comprovadamente patrocina grupos terroristas como o Hezbollah.
No ano passado, o vice comandante da Guarda Revolucionária, general Hossein Salami, fez uma conta assustadora: “Graças a Alá, nossa capacidade de destruir o regime sionista é maior do que nunca. Só no Líbano, há 100.000 mísseis prontos para serem disparados”. Listou ainda que existem dezenas de milhares de mísseis de longo alcance que poderiam ser lançados de territórios islâmicos contra o “território ocupado” de Israel. Com informações Daily Mail
fonte:www.gospelprime.com.,br

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Em meio à violência, igrejas evangélicas se multiplicam nas favelas.

Em meio à violência, igrejas evangélicas se multiplicam nas favelas.
O pastor Marcio Antônio prega no púlpito de uma pequena igreja construída em terreno cercado por arames farpados e fios elétricos. Sua mensagem é que os fiéis precisam ser testemunho na favela que residem, na periferia do Rio de Janeiro.
 
O líder religioso, um ex-traficante na mesma favela Cantagalo, onde hoje pastoreia uma Assembleia de Deus, sabe que a maioria dos moradores mora em terrenos invadidos e não possuem escrituras das suas casas.
Ele e seu rebanho fazem parte de uma tendência crescente no Brasil. Igrejas evangélicas estão se multiplicando nas favelas e comunidades de baixa renda. A maioria delas não possuem a estrutura dos bairros, em termos de saúde, saneamento básico, transporte e registro de imóveis.

“O governo não nos ajuda, por isso Deus é a única opção para os pobres”, explica o pastor Antonio, 37 anos. Vestindo terno e gravata, como em todos os domingos, Marcio nasceu e foi criado no Cantagalo, onde prega regularmente para cerca de 24 pessoas toda semana. Testemunha que, assim como muitos outros jovens pobres, foi a tentação do dinheiro fácil que o levou para o tráfico de drogas antes de ter encontrado a Deus e recebido uma missão de vida.
 
“Existem muitos problemas aqui na favela”, desabafa o pastor, enumerando “a pobreza, desemprego, o crime, problemas de saúde mental e a igreja ajuda a comunidade com essas coisas”.
É nas favelas e nas comunidade mais carentes, ignorados pelo governo que as igrejas evangélicas oferecem programas sociais, que incluem educação, segurança e  desenvolvimento econômico. Entre outras coisas, ajudam a formar cidadãos que, conforme os especialistas, ajudam a fortalecer o pensamento conservador.
 

Governo ausente

Os evangélicos já são mais de 20% dos 200 milhões de habitantes do Brasil. Eram menos de 3% em 1940,  levantamentos. É o movimento religioso que mais cresce no país há décadas.
Jeff Garmany, professor do Instituto Brasil no King’s College, na Inglaterra, estuda esse fenômeno. Ele explica que nas favelas, a proporção de evangélicos é geralmente maior, por vezes chegando até cerca de 50% dos moradores.
“As pessoas que moram nessas favelas lidam com questões graves, como o preconceito, a pobreza e a violência”, assegura. “A incapacidade do Estado de lidar de maneira adequada  com essas questões permite que as igrejas cresçam e alcancem as pessoas que moram ali”.
Estima-se que cerca de 20% da população brasileira viva em comunidade carentes e o crescimento do percentual de evangélicos entre eles vem gerando um novo tipo de poder político.
“As igrejas evangélicas não estão oferecendo apenas ideias religiosas, estão tratando de assuntos sociais com os quais as pessoas se confrontam todos os dias”, resume Garmany.
Na favela do Cantagalo, que reúne 30 mil pessoas, há duas igrejas católicas e mais de 15 evangélicas, revela  o pastor Antonio.  Isso mostra a presença maciça dos “crentes” nas comunidades.
Segundo os fiéis, as comunidades religiosas oferecem aos moradores desses lugares um sentimento de comunidade e de segurança.
“Somos como uma família”, sublinha Luana de Souza, uma dona de casa que frequenta a Igreja Assembleia de Deus do Cantagalo. “A igreja nos ajuda de várias maneiras, incluindo encontrar trabalho e ter acesso à educação”. Em meio à desigualdade social do país, isso é transformador.
Laiana Almeida, uma babá que veio do Nordeste para o Rio de Janeiro três anos atrás, a explicação para o crescimento das igrejas evangélicas nas favelas é simples. “A igreja oferece o que o mundo não pode nos oferecer. A igreja me dá as coisas que o mundo físico não pode dar”, encerra. Com informações Reuters

Fonte: www.gospelprime.com.br